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Cachaça do Barão

O resgate de uma tradição

História e Tradição

Em meados do século XIX, nas férteis terras do noroeste da Província de São Paulo, onde atualmente florescem os municípios de Araras e Leme, o café, ao lado da cana-de-açúcar, povoou a região, criou riquezas, plantou grandes fazendas com engenhos, ergueu cidades.  Era tempo dos Barões do Café. Depois dos negros, chegaram os imigrantes italianos e outros grupos europeus. As aguardentes da região tiveram fama, fizeram história. O Barão de Arary, um dos fundadores da cidade de Araras, costumava receber seus visitantes oferecendo-lhes “uma pinga com bouquet insuperável, de maravilhoso sabor”. Em 1998, uma família com raízes na região, descendente daqueles europeus pioneiros, inicia o resgate de uma tradição: fabricar a genuína bebida brasileira, a puríssima e sedutora cachaça, a mesma que encantava os amigos do Barão. Na Fazenda São Rafael, no município de Leme, SP, onde vicejam extensos canaviais, numa antiga tulha de café, à sombra das fruteiras e na brisa do planalto, instala-se o engenho. O desafio: produzir uma aguardente de cana-de-açúcar de qualidade superior, de excelência inigualável, resultado do secular processo artesanal nativo, exclusivamente natural, incorporando-se as melhores tecnologias da pesquisa contemporânea. Em Araras, um histórico casarão, residência do Barão, foi restaurado para abrigar a sede da empresa proprietária do engenho. Sabedoria, arte, ciência e paixão: nasce a Cachaça do Barão.

Os engenhos de açúcar e de cachaça conquistaram o território nacional, criaram as freguesias e vilas, marcaram as fronteiras do Brasil. A cachaça foi o “alimento” dos colonizadores e bandeirantes na conquista do interior e a principal moeda em África para exilar milhões de negros que construíram o País. Insultada, perseguida, proibida, pesadamente tributada, contrabandeada, a cachaça vence a tudo, e exibe, desde logo, a sua alma luminosa, a mesma alma do povo brasileiro, feita de suor, resistência, mística, alegria, sensualidade e beleza. Não há nenhuma luta ou conquista do Povo Brasileiro onde a cachaça não esteja presente. Ela marca o caráter e os caminhos da nossa gente, enriquece e sublima a Cultura Brasileira, sustenta o braço escravo, o trabalho, os ciclos da economia. Toda a nossa História está encharcada com o tropical aroma e com ardente sabor da cachaça. No início do século XVII, a cachaça já não é apenas “a bebida dos escravos”,  mas a preferida pelas primeiras gerações de brasileiros, movimenta o comércio, faz a exportação, gera riquezas, concorrendo, com vantagens, sobre a bagaceira e os vinhos portugueses. A Coroa inicia uma luta sem tréguas contra o produto e o seu consumo no Brasil, através de uma série de restrições, que vão de 1635 a 1759. Em toda a Colônia, os brasileiros reagem e uma Revolta da Cachaça chega a derrubar o governador do Rio de Janeiro em 1660 e levanta a proibição. Bebida barata, popular, democrática, a cachaça, nos dois séculos seguintes, invade a casa grande, os solares da burguesia, os palácios da nobreza e do poder, frequenta a Corte. A cachaça, símbolo de resistência à dominação portuguesa, foi a marca da independência e da soberania nacional: comemora o Grito do Ipiranga, festeja a Abolição da Escravatura, saúda a República, brinda a Nacionalidade. Nas revoltas, a cachaça conspira; nas guerras, banha o fio da espada e é tomada com pólvora, “p”ra dar coragem”.

A VERDADEIRA BEBIDA NACIONAL

Apesar dos preconceitos e da intolerância, a cachaça atravessa o século vinte, e rompe o terceiro milênio como a bebida genuinamente nacional, brasileiríssima, o destilado mais consumido do País e desejada em todo o mundo. Integrando a identidade e a memória do País, a cachaça habita inúmeras manifestações da Cultura Brasileira, especialmente o universo popular e folclórico. Está presente nas artes, na religiosidade da nossa gente, nas suas festas, culinária, medicina, música, dança, lúdica, folguedos, enfim, no seu imaginário, no seu cotidiano de lazer e de prazer, de sonho, trabalho e realizações. Arte, ciência, paixão, alquimia secular, pura e artesanal – a cachaça afirma-se, a cada dia, como uma das mais belas e autênticas expressões da História, da Economia e da Cultura Brasileira.

Sobre a loja

A Cachaça do Barão é feita em quatro tipos: Reserva especial, Ouro, Platina e Prata. A versão Reserva Especial, envelhecida por cinco anos em carvalho europeu. A Cachaça do Barão é produzida na Fazenda Santa Cruz, em Araras (SP), de propriedade do conhecido ex-presidente da Nestlé.

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